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terça-feira, 26 de maio de 2015

Conto: Catfight no Bar!:).....enviado por um amigo

Catfight no BAR


Já era madrugada. Mal passara das 02h30min, em um bar da cidade. Nada indicava o que em breve ali aconteceria.
Noite de poucos passeantes, inclusive quase nenhum cachorro ou gato, que sempre teimavam em andar por ali.  Naquela rua somente duas casas permaneciam abertas: uma funi9laria e o bar onde tudo irá acontecer.
Deixemos de lado a oficina, estabelecimento de pouca importância neste relato. Fiquemos com o bar.
Um bar como tantos que existem em nossos bairros mais distantes – algo assim entre um bar de esquina e uma birosca. Nesta específica noite as poucas mesas de metal vermelho com propaganda de cerveja estavam ocupadas.
Notívagos tomavam seus derradeiros copos, mulheres com olhos cansados esperando por algum incauto para ganhar alguns trocados, poetas sorumbáticos, nefelibatas que agora só tem olhos para o único casal do bar.
Ela, uma morena de carnes fartas, de peitos quase á mostra, opulentos- destes que homem nenhum consegue desgrudar a vista – deve ter seus 20 ou 30 anos, cabelo negro curto, camiseta apertada e um short. Poderíamos dizer que teria seus 1,70 m. e talvez uns oitenta quilos. Maçãs do rosto salientes e olhos castanhos. Coxas grossas e fortes e braços de certa forma musculosos. No momento passava seus dedos pelos cabelos de um homem não muito velho, possivelmente um faz- tudo, alto, forte, mãos calosas. Olhava para a morena como se tivesse tirado a sorte grande.
Frente aos dois, duas garrafas de cerveja, algumas fatias de salame e azeitonas. Conversavam em voz baixa, como se não quisessem quebrar aquela espécie de cerimonial dos abandonados.
Estranhamente ninguém no bar (muito menos o dono) prestava atenção ao casal, que muito provavelmente acabariam a noite em algum hoteleco ou até mesmo em um terreno em construção.
Mesmo as mulheres que faziam a vida na esquina do bar, atravessavam um tempo de vacas magras. Um ou outro automóvel parava, olhava as mulheres quase enfileiradas, escolhiam e partiam, para dali á algumas horas voltar a estar parada na esquina.
Foi neste instante, que do meio daquela reunião de mulheres, uma delas olhando para o bar, pareceu ter notado o casal perto da saída. Aquilo deixou-a nervosa .
Loira, alta, cabelos cumpridos, braços e pernas grossas, mãos grandes, olhos de um azul tão sereno que não poderiam estar mais em desacordo com o que possivelmente lhe passava pela cabeça. Uma raiva que parecia estar crescendo cada vez mais.
A conversa seguia ventre as mulheres; até que uma delas comentou, bem próxima àquela mulher já raivosa.
-Pelo que vejo a Amanda esta se dando bem. Aquilo ali vai acabar em foda.
Foi o bastante, a loira respondeu, sem nem mesmo virar o rosto para quem estava falando:
- Se depender de mim, ela não vai poder trabalhar por um bom tempo e nem mesmo pensar em ser fodida por alguém.
Assim falando, deu alguns passos em direção ao bar.
Quando chegou, olhou para todos aqueles que teimavam em permanecer ali.  Sentindo que a morena já a havia notado, sentou-se em uma mesa ao lado do casal e perguntou ao dono do bar:
-Adamastor, desde quando você deixa entrar esta gente rampeira, ladrona de homem alheio. Olhem para esta morena, aqui de onde estou já sinto o cheiro.
A morena (que já sabemos chamar Amanda) fez de conta que a coisa não lhe dizia respeito. Que talvez a outra estivesse com despeito. O homem virou-se e viu a moça de braços postos na cintura – agora em pé – punhos fechados e pernas entre abertas. Viu logo que a coisa não acabaria bem (ou talvez acabasse muito bem).
- Adamastor, o que esta fazendo que não ponha prá fora esta puta sifilítica?
Amanda levantou-se, olhou a rival diretamente nos olhos. - Todos já estavam adivinhando aquilo que se aproximava; afinal , as duas  tinham praticamente o mesmo tamanho e porte físico , e dali somente uma poderia ter razão .
-Adamastor – retrucou Amanda – Abra um espaço aqui mesmo entre as mesas porque irão assistir o que esta puta sifilítica pode ensinar de bons modos para esta Barbie com esteroides.
Adamastor, o poeta, o envergonhado bêbado e as companheiras da esquina tiraram As mesas do caminho. Sentaram-se em torno daquele centro tão rapidamente feito.
A única preocupação de Adamastor agora era a de que nenhuma das duas amazonas quebrasse qualquer coisa.
A loira (que só agora posso dar o nome – Luciana) só perguntou:
Pronta?
- Claro. Você é que não sabe com quem esta se metendo.
O dono do bar, antes de começar a luta, pediu um tempo para que pudesse abaixar as portas de ferro.
- Não quero que ninguém venha bisbilhotar aqui, e muito menos a polícia.
Mal as portas foram abaixadas, Luciana atacou Amanda e com tanta rapidez que a rival caiu no chão. Luciana subiu em cima dela e começou a estapeá-las, e terminou com dois socos no estomago outro no rosto. Levantou Amanda pelos braços e jogou-a contra a porta de ferro fechada.
- Você iria me ensinar boas maneiras?  Acho melhor pensar antes de falar.
 - Luciana, não estou sequer começando.
- E eu vou acabar logo com isso. Aguarde.

Com este andar da luta, os demais começavam visivelmente a perder o interesse, parecia que Luciana iria acabar com Amanda em um piscar de olhos.
Mas, de repente e ainda junto á porta de ferro do bar, Amanda tirou a camiseta que lhe dificultava seus movimentos, os peitos pularam, mas continuavam seguros por um sutien. Como se somente agora estivesse sentindo mais livre , Amanda se agita, abre os braços e grita, corre em direção á Luciana aplicando-lhe uma gravata no pescoço, solta-a e a joga contra a porta de ferro, lançando-se logo atrás. acertando suas costas  pela frente de Luciana , enquanto com o cotovelo  acertava o estomago da rival .
-E agora, o que me diz? Livre como estou agora você é que deve ter cuidado.
- Vamos ver. Eu ainda não me rendi.
Antes que esta SE RECUPERASSE, Amanda enlaça o pescoço de Luciana e a joga no chão passando pela sua cabeça. Luciana cai e parece completamente rendida.  Amanda – á esta altura arfando e muito suada cai em cima de |Luciana que saíra um pouco de lado. Amanda sentiu quando bateu seu corpo contra o chão e se contorceu.  Foi quando Luciana segurou a cabeça da Amanda por traz, e com o joelho sobre as costas da rival perguntava:
-E agora? Se rende? Quer desistir? Como você disse, eu só estou começando.
- Nunca. Ainda tenho muito para gastar. Continuemos.
Com muita força foi se levantando até soltar-se completamente. Ato continuo só bastaram três golpes para Luciana desabar: primeiro um soco no estomago, depois uma joelhada no rosto e por ultimo levantou a rival no ar e acertou dois chutes no rosto e no estomago de Luciana, que não conseguiu mais levantar.
- Viu Luciana. Viu o que e4sta puta sifilítica é capaz de fazer? Agora sou eu quem pergunta: Vai desistir?
E Luciana, olhando a rival em pé ao seu lado, com um dos punhos fechados e ainda encolerizada somente disse:
- Desculpe. Desisto você é a melhor.
- É Luciana. Hoje fui melhor do que você, mas agora vamos tomar uns tragos.